Sexta-feira, 6 de Setembro de 2013

Há coisas k parecem inocentes mas...NÃO SÃO!!!

Apanhar amoras é uma delas.

Por este motivo, peço encarecidamente que, quando eu disser k vou desafiar a mha filha p ir apanhar amoras comigo, peguem no tronco mais grosso k tiverem à mão e me acertem, com força, na nuca.

Agradecer-vos-ei logo k recupere os sentido e a memória, acreditem.

Pois k ontem foi o meu aniversário (post k deixarei p 2ªs núpcias k hj ainda tenho k por as raízes da mesma cor k o resto do cabelo e ainda vou trabalhar) e amanhã haverá o festejo mais oficial tendo o bolo ficado a cargo da mha amigona do coração. Levando o bolo frutos silvestres frescos, tive eu a maravilhosa ideia de dizer: "Eu podia desafiar a D*** p irmos apanhar amoras à Serra de Sintra".

Ora se, nesta altura, alguém me tivesse dado uma paulada na nuca, a coisa ficava por aqui e eu estaria feliz e contente a escrever outra coisa qualquer. BUT NOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO!!
Pois k lá fomos nós as 2 de motinha. Assim k arrancámos do bairro percebi k Sintra n era uma boa aposta pk já era tarde e tinha que a levar ao pai antes das 5. Optei pelo Monsanto.

Ora em Sintra eu sei onde estão as amoras. No Monsanto nem por isso mas, eu tinha esperança.

Chegámos lá e após uma caminhada animada lá encontrámos um valente arbusto de silvas. Claro está k acessíveis não havia quase nada e foi preciso recorrer ao meu Jungle Mode para conseguir alcançar as primeiras amoras. Tentando acompanhar-me mas revelando muitas dificuldades devido ao gigantesco declive do terreno e ao facto de andar (por teimosia) a acartar com o capacete dela, andava a mha filha.

1ª constatação que talvez não tivesse sido muito boa ideia ir às amoras foi kdo percebi k a mha indumentária consistia em calções, t'shirt e chinelos tipo havaianas. Aos meus primeiros uivos de dor, a mha filha decidiu desistir de me ajudar a apanhar as amoras e voltar ao trilho inicial. Enkto eu tentava libertar-me de 2 braços de silvas k me abraçavam ferozmente, oiço-a dizer a seguinte frase:

 

Vou só pousar aqui o meu capac.... e eis k o final da sua fase é acompanhado por um som estranhamente similar ao de um capacete a rebolar ladeira ravina abaixo.

 

E eis k fica um silêncio estranho entre nós enkto olhamos para o capacete a rebolar sem parar, até finalmente ficar imobilizado lá no fundo, mais precisamente, no confim dos confins.

E eis k eu, toda encarkilhada e imobilizada por silvas, fico com akela mha cara de "maisvaliaterlevadoumapauladananuca".

 

Ilustração nº 1 - Descubra o capacete

 

 

Claro está k ela tentou ir à volta e desculpou-se mil vezes. Mas depois de algumas tentativas eu mandei-a ficar sossegada pk, com o capacete a rebolar eu até conseguia viver bem. Já ela a rebolar ribanceira abaixo... NOT!

 

Depois de muitos uivos e arranhões e picos espetados em zonas do meu corpo das kuais ainda agora, enkto escrevo, vou retirando, libertei-me das silvas e decidi aventurar-me na descida para ir buscar o capacete. Antes de ir, dei o tlm à mha filha, verifikei se tinha rede e disse: "Se eu me esbardalhar lá em baixo e ficar adormecida liga p o 112 e diz k n estás longe da parede de escalada do Monsanto."

Sabe deus k todas as mães têm como objetivo de vida dizer isto, um dia, a um filho.

 

Foi aí k parti numa das maiores aventuras da mha vida.

Pouco tinha andado kdo, ao contrário da mha intenção de zelar pela minha segurança e pela dela, a mha filha usava o tlm p me tirar fotos humilhantes.

 

 

Mas nessa altura já dava mto trabalho voltar p trás e eu prossegui.

Juro k só me lembrava dakele gajo do National Geographic k bebe o próprio xixi e faz uma sacola super fashion com uma bexiga de cabra.

Depois de mto penar

 

 

Consegui!!!  

A subida foram outros 500 mas no topo da montanha a princesa dedicou-se a cuidar de mim, retirando com todo o cuidado as farpas e picos e nhanhas k eu tinha agarrada à roupa, à pele e ao cabelo.

Valeu pelas gargalhadas dela durante todo o caminho de regresso à mota e pelo: Fico a dever-te uma, mãe!


PS - Contas feiras, as amoras nem chegam para meio bolo.

Estrunfina às 17:56
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2 comentários:
De Closet a 6 de Setembro de 2013 às 20:43
Aiiiii o que eu chorei a rir!!! A D* fez uma reportagem espectacular :) mas para a próxima eu dou-te uma paulada igual aquelas que eu levo de vez em quando, promise!!


De Saltita a 9 de Setembro de 2013 às 20:21
ahhahaahahahahahahahahha
Diz lá que agora não achas graça??? eu digo que devemos andar sempre prontos para tirar fotos. A vida é cheia de momentos que merecem ser registados...como este. Bjs.


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Aldeia dos Estrunfes

O Divino em MIM

 

A MINHA FILHA.  O calor do sol a keimar o corpo num dia de praia. Um mergulho de mar ao luar.  Os sorrisos.  Morangoska granizada. Akela música, no momento certo.  Andar descalça sobre a relva.  O cheiro da terra molhada.  Dream Team Forever Marés vivas num dia de Inverno.  O nascer de um novo dia.   Akele olhar.  Chamusca.  Pego Escuro. Correr na praia e espantar as gaivotas.  Um sussurro k faz bater forte o coração.  O suspiro da minha filha kdo dorme.  A saudade. Gargalhadas.  A gargalhada dela.  Licores.  Avistar Lisboa da Ponte 25 de Abril.  Gelado de Dolce de Leche.  Os ABRAÇOS k transbordam a alma.  O microfone. Quando os meus alunos "Conseguem".  Andar de mão dada. Cócegas.  "AMO-TE".  Petiscadas.  A atracção.  Ilha deserta.  Sentir a minha filha dentro de mim.  Dançar.  Pasteis de Nata.  O carinho de ex-alunos. O silêncio.  O céu estrelado de uma noite quente no Alentejo.  As minis à varanda, a ver o mar. DREAM TEAM FOREVER.  O carinho da família.  Banho de mar "em pêlo".  As bolachas da mana.  A fogueira da Praia Verde.  Ver a minha filha aprender algo novo. Porto Novo.  Rir até chorar. Serra de Sintra.  Os primeiros passinhos.  Ver raios de sol "furarem" o céu nublado.  AMIG@S.  Ouvir o bater do coração.  Olhar nos olhos.  Vimeiro.  Uma massagem.  Cheirinho a casa limpa.  Golo de Portugal. O Guadiana.  Orgasmo.  Ver o pôr-do-sol sabendo k ele nasce noutro sítio ao mesmo tempo.  Amamentar.  O céu azul.  Noite quente à beira Tejo.  Papoilas.  Cheiro a maresia.  Sardinhas assadas.  Alcançar.  O brilho do sol reflectido na água.  Gaivotas.  Fazer amor na praia.  O cheirinho k fica na roupa dela .  Acordar.  Fazer "Koys" enroscadinha a ela debaixo do edredon.  Cataplana de Lagosta.  A minha filha bébé adormecer sobre o meu peito enkto mexia na mha orelha.  Lua Cheia.  Panquecas às 3 da manhã.  O Cristo Rei.  O cheiro da pele depois de fazer amor.  A casca do pessego.  A "minha" estrela.  O toke. Pistacios.  Correr com ela na praia.  As boas conversas.  Girassóis.  Concertos dos Bon Jovi. Chorar até tirar o peso do peito.  Cantar.  Coca-cola.  Rezar.  Guincho. Todas as "Good Nights".  Margarita de morango a meio da tarde na esplanada do Siesta.  Frio na barriga. Orgulho.   Dormir numa cama feita de lavado.  Beijo com língua.  Golo do Benfica.  Uma garrafa de Grandjó geladinha.  A primavera no Alentejo.  Lareira.  Póvoa Dão.  Voar.  A carta certa num jogo de Poker.  Jantar à luz das velas.  Caracóis.  Ganhar no último minuto.  Uma viola, uns acordes e amigos. Beijos no pescoço.  O 1º "Mamã".  Ver a balança a baixar.  Um cigarro ao luar.  Cheirar protector solar no Inverno.  Bolas de sabão. Fazer mergulho.  Trovoada de Verão numa noite à beira mar.  O 1º beijo.  Banho de espuma e pétalas, música certa e luz de velas. Dormir a sesta.  Lisboa à noite vista do ar.  Ramos de rosas.  Ferreira.  O sabor da água salgada na pele.  Ouvi.la cantar a plenos pulmões quando vai à pendura na mota. O vôo da cegonha.  Os jogos em "Miami Beach".  APRENDER.

 

 

 

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