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Sábado, 28 de Dezembro de 2013

Prendas

Quem me conhece sabe que não gosto nada de oferecer prendas porque tem que ser. A única altura em k as prendas me fazem sentido é quando alguém se casa ou se muda para uma nova casa e faz disso um evento. Aí sim, faz sentido darmos uma prenda naquele momento, naquele arranque de vida em que tanta coisa faz falta.

O mesmo conceito que tenho para os outros, tenho-o para mim. Sou péssima a receber prendas. Fico sem jeito. Não sei o que dizer. Se forem prendas dispendiosas então... morro de vergonha e não sei mesmo aceitá-las. Chamemos-lhe uma incapacidade.

Acho que deriva da mesma incapacidade que tenho para pedir ajuda e recebê-la.

Não sou fácil, de todo.

Anyway, prendas...

Não gosto de ter que comprar prendas. No Natal, a coisa já está resumida ao mínimo dos mínimos e normalmente, tirando no caso da minha filha mm kdo compro prenda p alguém prefiro dar-lha antes de dia 24 pk a kiz dar, pk fez sentido comprar aquilo, para aquela pessoa e não porque é dia 24 de dezembro e é suposto.

Adiante....

Também não viro a Madre teresa de Calcuta no natal e não contribúo para a Operação Sorriso, nem para a Arredondar, nem dou esmolinha aos pobrezinhos nem aos arrumadores. Os atos de bondade devem ser espontâneos e têm k fazer sentido na mha cabeça. Já levei 1 puto da rua a comer um hamburguer, já comprei bolachas e leite para o toxicodependente que estava a arrumar carros no supermercado. Isso sim, faz-me sentido. Estou a alimentar alguém que não irá gastar o pouco dinheiro que tem, na sua alimentação. Raramente dou dinheiro, seja a quem for.

Tenho uma filosofia muito própria em relação ao dinheiro. Ao dar dinheiro a alguém estou a dar-lhe o poder de gastar como bem entender sem ter o direito de julgar seja de que forma for, a forma como essa pessoa irá gastá-lo.

Já ajudei família com Kgs de carne e paletes de leite mas acho que nunca dei dinheiro a ninguém, a não ser que mo pedissem e são muito poucas as pessoas a quem o faria.

Isto escrito assim, é capaz de me me pintar uma avarenta de primeira mas, para se ser avarento, tem que se partir do pressuposto que se tem dinheiro e aí o melhor é fazer uma pausa para rebolar a rir.

Pensei e ponderei consideravelmente antes de escrever este post. Primeiro pk teria que partir da introdução que me pintaria como avarenta ou sumítica e segundo pk a conclusão fácil deste post é a de que eu sou uma gaja impecável que, muito disfarçadamente, assume no seu blog o papel de boazinha e santinha.

Para aqueles que lêem isto há uns tempos, podemos naturalmente saltar a parte do "santinha". A parte do boazinha, muito sinceramente acho que sou. Sou uma pessoa boa. N acerto sempre na melhor escolha, nem faço sempre tudo bem mas, pelo menos tento e acho que isso já me coloca uns patamares acima seja lá do que, ou de quem for.

Na última 6ª feira, lancei-me num novo projeto. Passei um dia inteiro a aprender a mexer em programas de faturação e contratos e recibos. Chamemos-lhe apenas uma nova aprendizagem.

Final do dia, cansada, atrasada para ir buscar a filha à escola, onde teve que ficar para eu me aventurar nesse novo universo, lembrei-me que tinha que ir "à tal" farmácia. De certa forma ficava em caminho.

Quando entrei na farmácia, blusão, capacete, luvas, chave da mota, mala aberta à procura das receitas, andei meio atordoada à procura das senhas de atendimento.Passaram uns momentos até reparar naquele senhor que estava a ser atendido. Falava muito mal o português. Podia ser paquistanês, indiano, do Bangladesh...não faço a mínima. Tinha um ar asiático e quase não falava português e isso foi a única coisa que percebi quando entrei. Enquanto esperava ouvia a senhora da farmácia a tentar explicar que os medicamentos não tinham comparticipação, apesar da receita que ele mostrava insistentemente. Ouvi-a depois dizer-lhe que o medicamento servia para aspirar o bébé (deduzo que estivesse congestionamento nasal e concluí que estaria constipado). E um bichinho começou a roer-me por dentro.

Ouvia dizer-lhe: "Eu vou dizer-lhe em quanto fica o total, está bem? Depois o senhor decide"

E o raisparta do bicho começou a dar-me dentadas, por dentro e dar-me comichão em várias partes do meu coração.

Olhei o homem sem ele dar conta. O olhar era de quem estava "à rasca". Olhei para o chão e esperei para ouvir novamente a funcionária da farmácia. Entretanto fui chamada, por uma colega dela, para ser atendida. Limitei-me a colocar as receitas em cima da bancada e a dizer boa tarde. A minha atenção continuava totalmente no "outro lado". Eis que ouvi: "Isto tudo fica-lhe em 15€" (e mais uns trocos k n decorei). Fitei novamente o homem. O olhar aflito mantinha-se e naquela expressão de quem sabe que tem que ser disse que sim, que ía levar.

Chamei a funcionária que o estava a atender e disse que queria pagar a conta do senhor. A farmácia parou. Ele nem se apercebeu. Depois de confirmar 2 vezes à funcionária o que tinha dito, ela arranjou-lhe os medicamentos e deu-lhe o talão. Ele puxou da carteira para pagar e nessa altura a funcionária disse-lhe que eu tinha assumido a despesa dele.

Demorou algum tempo a perceber o que ela lhe estava a dizer. Depois olhou para mim com um ar incrédulo de quem achava que estava a ser gozado e eu disse-lhe que sim, que eu pagava os remédios. 

Olhou-me de um modo desconfiado e perguntou no seu português muito limitado: Porquê? e eu respondi Porque sim! Voltou a perguntar porquê respondi-lhe apenas Feliz Natal e as melhoras.

Depois de sei lá ktos obrigados e de, a cada passo que dava na direção da porta, virava-se para trás como que à espera que lhe dissessem que não era verdade ou que tinha que pagar noutro sítio qualquer. Parou finalmente na porta da farmácia (eu acho k ele tinha medo k os alarmes disparassem) virou-se para trás de sorriso rasgado, olhar aliviado, disse + 3 vezes obriagada e saíu.

Quando saíu confirmei que todos os medicamentos eram para bébé. Paguei a minha conta e saí.

E quando saí, tinha as lágrimas nos olhos e eu acho k eram de felicidade.

Isto tudo para dizer o quê?

Não que sou uma miuda muito fixolas e boa samaritana e que me quero colocar num pedestal para que quem lê isto me ache qualquer coisa a mais do que sou. Isto para dizer que as prendas têm todo o significado quando fazem sentido mesmo que façam sentido para um perfeito estranho que nunca mais vou ver na minha vida ou para um bébé que nunca vi nem verei.

O bem pelo bem. O bom pelo bom. O famoso pay it forward.

Serve por isso o presente post para relembrar a quem lê estas minhas parvoeiras que há coisas muito mais importantes que a correria desenfreada nos shoppings e até as lembrancinhas que se compram só pk sim e k, kem compra, compra pk custa 2€ na loja dos chinocas e é um sinal de k "se lembraram da pessoa" (embora se lembrem, normalmente, pk têm uma lista de pessoas a quem têm de "comprar kk coisinha") e que kem recebe fica a olhar p akilo sem saber o k vai fazer ou onde vai enfiar akilo (começando de imediato a pensar que sempre poderá usar aquilo na próxima troca de prendas do amigo secreto lá do trabalho).

O espírito de Natal e a celebração dos anversários está totalmente corrompida e depois passam-nos ao lado situações destas que, muitas vezes nem damos conta.

Convidem-me para uma rabanada com chá e abraçem-me longamente. Façam as farófias que eu gosto e tragam-me a travessa do polvo pk sabem k n gosto de bacalhau cozido. Tenham garrafas de vinho branco a gelar pk sabem k n gosto de tinto. Guardem-me uma azevia de grão numa caixinha pk sabem k eu as adoro. Façam-me sorrir, façam-me rir, façam-me chorar... a rir. Iluminem-me de todas as formas que conseguirem.  Abracem-me, beijem-me, façam-me companhia nas horas boas e nas más e tragam-me um sorriso, no vosso rosto e que se estenda ao meu. Não há melhor prenda, seja de aniversário, de Natal ou do que quer que seja.

 

That's it! Feliz Natal

Estrunfina às 12:34
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Quarta-feira, 25 de Dezembro de 2013

NATAL 2013

Foi quase perfeito. Faltou o quase, que quase sempre é o mesmo.

A mim já passa ao largo. O problema é não passar ao largo dos que amo.

 

 

Estrunfina às 23:35
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Domingo, 22 de Dezembro de 2013

O da praxe

Sobrevivi.

 

Já estou em modo relax.

Este ano, pela primeira vez nos meus 38 anos, não montarei mesa de Natal em minha casa.

A dieta será ligeiramente quebrada durante esta época festiva mas, ter um mesa com fritos, bolos e frutos secos não faz sentido nenhum quando a contenção é a palavra de ordem. 

Assim sendo, falta fazer umas sobremesas para levar para casa de 3ºs onde me regalarei com deliciosas iguarias e, principalmenente, aqueles sentimentos fabulosos que fazem do Natal apenas a desculpa p nos juntarmos de volta da mesa, a comer, beber, rir muito e conviver.

A filha está doente e a levar um tratamento intensivo para ver se melhora até amanhã.

Este ano calha passar a véspera com o pai mas, de há uns 2 anos para cá, deixou de ser tão dramático. Primeiro estranha-se e depois entranha-se...

 

Ficam os votos de Bom Natal, principalmente para a malta que já anda por aqui há uns anitos, mesmo que nunca ou raramente tenhamos falado.

 

E não esquecer, as melhores prendas de natal são as que não se compram.

 

 

 

PS - N tenho cu para música natalícia. Sorry!

: Close your eyes - Michael Buble
Estrunfina às 00:49
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Terça-feira, 17 de Dezembro de 2013

I love it

Estrunfina às 00:12
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Sexta-feira, 13 de Dezembro de 2013

LET THE GAMES BEGIN

Arranca a super semana infernal:

Sexta noite - Karaoke
Sábado manhã - acarta material p cú de judas
Sábado tarde - Karaoke 
Sabado final de tarde - Acarta material de volta
Sábado Noite - Karaoke 
Domingo - Último dia disponível para lançar as notas no PC (as tabelas de excel devem estar TODAS concluídas)
Domingo Noite - Jantar de Natal c as minhas Renas preferidas
2ª e 3ª - Final das aulas (auto-avaliações)
4ª e 5ª - Reuniões de avaliação
4ª Noite - Karaoke
6ª de Manhã - Entrega das pautas e todas as papeladas da reunião da minnha Direção de Turma.
6ª Noite - Karaoke 

Só me ocorre uma música


: Highway to Hell - AC DC
Estrunfina às 09:34
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Quarta-feira, 11 de Dezembro de 2013

Já chegou!!!!!! Weeeeeeeeeeeeee

Jingle Bell Jingle Bell

 

Estrunfina às 14:56
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Domingo, 8 de Dezembro de 2013

O meu HOJE

Atravesso uma fase muito boa da minha vida.

Saúde, quer minha quer dos que mais amo.

Amor no sentido pleno do que o AMOR pode e deve ser e, de como me pode e deve, preencher e completar.

Amizade, da melhor que pode haver: longa e próxima.

Profissionalmente faço o que amo, da melhor forma que posso e me deixam mas, em última instância, sei que faço a diferença em vários alguéns.

Financeiramente, poderia estar bem melhor mas, dadas as circunstâncias, estou de pé e isso já é muito bom.

Tenho a minha cabeça muito erguida e cheia de orgulho. 

Errei mas tenho os meus erros bem assumidos e penso que já pagos. Vivo diariamente, tentando manter esse plafond a zeros não pk n erro mas, pk assim k me dou conta deles, os assumo e os reconheço.

Houve uma ou muitas alturas em que assim não foi, assim não me senti.

 

 

 

Não fossem essas, hoje talvez não estivesse a sentir a tamanha felicidade que agora sinto. Talvez não fosse quem hoje sou e, a verdade é k, eu gosto MESMO de mim assim. E gosto muito mais de mim hoje, do que alguma vez gostei. Talvez por isso, atraia para a minha vida tudo aquilo que preciso para ser ainda mais feliz, ainda mais realizada.

E pk este post??

Porque ouvi esta música tão minha e que tanto me emociona de cada vez que a oiço.

 

FORTE!! EU SOU MUITO FORTE!!

Obrigada a todos os que me deram e dão essa força, quer pelo apoio quer pelo ataque às minhas fraquezas. 

 

: I didn't know my own streght - Whitney Huston
Estrunfina às 17:13
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Quinta-feira, 5 de Dezembro de 2013

Saudades da 'vó Bia

A lareira da casa da minha avó. 
Era isso que me apetecia agora. 
Isso e abrir aquela gavetinha da mesa baixinha, azul clara e comer panito com queijo e paio alentejano e café (da cafeteira da lareira) com leite. No fim, podia ser um bolinho folhado k eu ía desenrolando até chegar à mha parte preferida.

Há coisas que nunca mais voltam e saudades que nunca passam.



Estrunfina às 17:48
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Domingo, 1 de Dezembro de 2013

Lá vem desgraça

Estrunfina às 22:00
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Assim dá gosto

Estrunfina às 12:27
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Aldeia dos Estrunfes

O Divino em MIM

 

A MINHA FILHA.  O calor do sol a keimar o corpo num dia de praia. Um mergulho de mar ao luar.  Os sorrisos.  Morangoska granizada. Akela música, no momento certo.  Andar descalça sobre a relva.  O cheiro da terra molhada.  Dream Team Forever Marés vivas num dia de Inverno.  O nascer de um novo dia.   Akele olhar.  Chamusca.  Pego Escuro. Correr na praia e espantar as gaivotas.  Um sussurro k faz bater forte o coração.  O suspiro da minha filha kdo dorme.  A saudade. Gargalhadas.  A gargalhada dela.  Licores.  Avistar Lisboa da Ponte 25 de Abril.  Gelado de Dolce de Leche.  Os ABRAÇOS k transbordam a alma.  O microfone. Quando os meus alunos "Conseguem".  Andar de mão dada. Cócegas.  "AMO-TE".  Petiscadas.  A atracção.  Ilha deserta.  Sentir a minha filha dentro de mim.  Dançar.  Pasteis de Nata.  O carinho de ex-alunos. O silêncio.  O céu estrelado de uma noite quente no Alentejo.  As minis à varanda, a ver o mar. DREAM TEAM FOREVER.  O carinho da família.  Banho de mar "em pêlo".  As bolachas da mana.  A fogueira da Praia Verde.  Ver a minha filha aprender algo novo. Porto Novo.  Rir até chorar. Serra de Sintra.  Os primeiros passinhos.  Ver raios de sol "furarem" o céu nublado.  AMIG@S.  Ouvir o bater do coração.  Olhar nos olhos.  Vimeiro.  Uma massagem.  Cheirinho a casa limpa.  Golo de Portugal. O Guadiana.  Orgasmo.  Ver o pôr-do-sol sabendo k ele nasce noutro sítio ao mesmo tempo.  Amamentar.  O céu azul.  Noite quente à beira Tejo.  Papoilas.  Cheiro a maresia.  Sardinhas assadas.  Alcançar.  O brilho do sol reflectido na água.  Gaivotas.  Fazer amor na praia.  O cheirinho k fica na roupa dela .  Acordar.  Fazer "Koys" enroscadinha a ela debaixo do edredon.  Cataplana de Lagosta.  A minha filha bébé adormecer sobre o meu peito enkto mexia na mha orelha.  Lua Cheia.  Panquecas às 3 da manhã.  O Cristo Rei.  O cheiro da pele depois de fazer amor.  A casca do pessego.  A "minha" estrela.  O toke. Pistacios.  Correr com ela na praia.  As boas conversas.  Girassóis.  Concertos dos Bon Jovi. Chorar até tirar o peso do peito.  Cantar.  Coca-cola.  Rezar.  Guincho. Todas as "Good Nights".  Margarita de morango a meio da tarde na esplanada do Siesta.  Frio na barriga. Orgulho.   Dormir numa cama feita de lavado.  Beijo com língua.  Golo do Benfica.  Uma garrafa de Grandjó geladinha.  A primavera no Alentejo.  Lareira.  Póvoa Dão.  Voar.  A carta certa num jogo de Poker.  Jantar à luz das velas.  Caracóis.  Ganhar no último minuto.  Uma viola, uns acordes e amigos. Beijos no pescoço.  O 1º "Mamã".  Ver a balança a baixar.  Um cigarro ao luar.  Cheirar protector solar no Inverno.  Bolas de sabão. Fazer mergulho.  Trovoada de Verão numa noite à beira mar.  O 1º beijo.  Banho de espuma e pétalas, música certa e luz de velas. Dormir a sesta.  Lisboa à noite vista do ar.  Ramos de rosas.  Ferreira.  O sabor da água salgada na pele.  Ouvi.la cantar a plenos pulmões quando vai à pendura na mota. O vôo da cegonha.  Os jogos em "Miami Beach".  APRENDER.

 

 

 

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