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Sexta-feira, 30 de Novembro de 2007

A justiça tá doida...só pode!!

Bom, tenho uma certa tendência para não abordar os casos que são incansavelmente repetidos na comunicação social. A principal razão é por não haver cú p tantas opiniões.

Aborrece.me kdo toda a gente fala do mesmo.

No entanto, hj no meio da mha preguicite assisti a noticiários (sabe Deus como isso é raro nos tempos k correm) e soube k a Ordem dos Médicos voltou a manifestar-se contra a decisão do Tribunal em retirar a Esmeralda aos pais adoptivos . Adaptando o que diz o Bruno Nogueira, eu n sou formada em psiquiatria, nem em direito. Eu sou só parva e sei dar cambalhotas mas, em que raio estará a pensar alguém que manda retirar uma criança aos PAIS assim sem mais nem menos??? Na criança n é concerteza.

Ainda n estava refeita duma levei com esta outra notícia do género. Ao k parece, uma criança com 6 anos, a viver desde os 25 DIAS com uma famíia adoptiva vais ser entregue à mãe ex-toxicodependente, uma vez que apresenta já sinais de desintoxicação sendo por isso capaz de reorganizar a sua vida.

Apenas um arrepio me percorreu pela espinha e consegui verbalizar bem alto um

 

FODA-SEEEEEEEEEEEEE!!!!

 

A meu ver, ser PAI ou MÃE tem uma definição mto simples:

 

Akele ou akela k coloca os interesses do filho/a em primeiro lugar. Akele k cuida e protege.

 

Por exº a PUTA k paríu a Joana (desculpem mas tou mm danada) na mha óptica n é, nem nunca foi, a mãe da Joana. Tomara que alguém a tivesse cuidado e protegido dakela criança. Alguém a kem ela pudesse entregar akele coraçãozinho vermelho a dizer "Amo-te mto mãezinha". Isso n aconteceu e o final toda a gente sabe como foi.

Se formos por análises de ADN, é claro k a ciência provará k akela PUTA é a mãe biológica da Joana. Mas poderemos chamar mãe a um monstro dakeles????

 

K tipo de relação irá ter uma criança de 6 anos colocada de párakedas numa casa estranha com gente k n conhece de lado nenhum. Com a possibilidade de deixar de ver os seus "pais" de um dia p o outro. Volto a repetir, a mha licenciatura é em cambalhotas e piruetas mas, até eu sei que uma coisa deste género pode provocar stress pós-traumático numa criança e afectá.la permanentemente.

 

Eu até consigo ir mais longe e ver a coisa do lado dos pais biológicos mas, que preferirá um PAI / MÃE* biológico: ver o seu filho/a bem cuidado, amado e saudável, a crescer junto dos k ama e k smp o amaram, feliz e, provavelmente a conviver de forma saudável com a família biológica  OU uma criança traumatizada e infeliz, que chora com saudades de tudo e de todos a toda a hora e que aprenderá a não confiar em mais ninguém???

 

Nem vou seker abordar a kestão na prespectiva das famílias de acolhimento e da dor k passam pela perda das crianças.

 

É esta a recompensa por se espalhar o bem, por ajudar o próximo??? Acolhe-se uma criança que n se planeou, cria-se, sustenta-se psicologica e emocionalmente, passam.se noites em branco a ver a febre, a cuidar dos sarampos e das outras maleitas típicas dos putos, ensina-se a comer, beber, vestir, lavar dentes, aturam-se as birras e o mau génio...EDUCA-SE e kdo amamos akele ser humano como filho...puffffff!!! "Exmos Srs Vimos por este meio informar k apartir do dia X fulana tal deixará de ser sua filha e passará a ser filha de fulano tal."

 

Rais parta esta gente toda!!! Anda tudo doido!!!!

 

 

 

 

 

Estrunfina às 19:03
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Dose de Preguicite Aguda

Provocada por cansaço físico intenso.

Já lá vai o tempo em k dava duas* bem puxadas e n me cansava nada.

 

Hoje vou ficar assim

 

 

* Aulas

Estrunfina às 14:38
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Nem às paredes confesso

Sound of Silence wallp11.JPG

 

 

Estrunfina às 10:37
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Quinta-feira, 29 de Novembro de 2007

Correcção Ortográfica II

No carro, a caminho da escola

 

...e a avó também vai trabalhar?

Simmmmmm

Para ganhar paras as papinhas para "eu"???

Para "mim", D

Pois, para ti e para EU.

Estrunfina às 11:13
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Quarta-feira, 28 de Novembro de 2007

Deste sim, sou fã

Um exemplo de como se pode falar de coisas sérias com humor.

Adoro este gajo!! Podem ver mais no blog dele ali no link Fininho ou nos link dos Incorrigíveis.

 

 Clicar p ver vídeo

Estrunfina às 16:00
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Terça-feira, 27 de Novembro de 2007

Já n ria assim há uns tempos

Eu nem sou mto dada a este tipo de apanhados. Mas este confesso k me fez ir às lágrimas a primeira vez k o vi. Ainda me faz alguma confusão é como é k as pessoas apanhadas dão autorização p passarem estas figurinhas na Tv. Vale a pena ver até ao fim.

 

 

ENJOY!!!

 

Estrunfina às 13:17
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She told me a secret

 

Apanhei este documentário no domingo à noite no Biography Channel. É uma espécie de "Na cama com Madonna" dos tempos actuais, referente a Confessions Tour que terminou aki em Lisboa.

Gostei, principalmente pk tinha visto recentemente o "Na cama com Madonna" k remonta à Blonde Ambition Tour em 1990, e pude constatar o crescimento pessoal da moça.

Há dias uma amiga referia alguém que não tinha evoluído, tinha estagnado no tempo. Mai sdo k escolhas erradas, caminhos tortuosos, maus momentos passados deve ser frustrante perceber k estamos iguais ou, pior ainda, nem seker perceber.

Life...evolution.

Atenção!! Não sou fã de Madonna. Gosto das músicas, aprecio a maneira de estar na vida mas, sem fanatismos e, principalmente, sem coragem de pagar o preço do bilhete p o show dela.

 

Numa altura em k se fala tanto do "Segredo", da "Lei da Atracção" e numa altura em k se vendem carradas de livros e toneladas de dvd's com o blábláblá (importante, atenção) da Auto-Estima e do Pensamento Positivo, eis a minha sugestão

 

 

 

Estrunfina às 12:22
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Segunda-feira, 26 de Novembro de 2007

Mais uma voltinha, mais uma viagem

Nunca fui nem serei tão boa professora como era antes de mo chamar!

Quem não partilha da opinião desta Colega? Aqui vai
a 'prosa' de uma colega nossa, que espelha o pensamento de cada um de nós.


Exma. Senhora Ministra da Educação

Um dia destes colocaram, no placar da Sala dos Professores, uma lista dos
nossos nomes com a nova posição na Carreira Docente.
Fiquei a saber, Sr.ª Ministra, que para além de um novo escalão que inventou,
sou, ao final de quinze anos de serviço, PROFESSORA!

Sim, a minha nova categoria, Professora!

Que Querida! Obrigada!

E o que é que fui até agora?

Quando, no meu quinto ano de escolaridade, comecei a ter Educação Física,
 escolhi o meu futuro. Queria ser aquela professora, era aquilo que eu queria
 fazer o resto da minha vida. Ensinar a brincar, impor regras com jogos, fazer
entender que quando vestimos o colete da mesma cor lutamos pelos mesmos
objectivos, independentemente de sermos ou não amigos, ciganos, pretos,
más companhias, bons ou maus alunos.
Compreender que ganhar ou perder é secundário desde que nos tenhamos
esforçado por dar o nosso melhor.

 Aplicar tudo isto na vida quotidiana.

 Foi a suar que eu aprendi, tinha a certeza de que era assim que eu queria
 ensinar! Era nova, tinha sonhos...

O meu irmão, seis anos mais novo, fez o Mestrado e na folha de
Agradecimentos da sua Tese escreve o facto de ter sido eu a encaminhá-lo
para o ensino da Educação Física. Na altura fiquei orgulhosa! Agora, peço-te
desculpa Mano, como me arrependo de te ter metido nisto, estou envergonhada!

Há catorze anos, enquanto, segundo a Senhora D. Lurdes Rodrigues, ainda não
era professora, participava em visitas de estudo, promovia acampamentos,
fazia questão de ter equipas a treinar aos fins-de-semana, entre muitas outras
coisas. Os alunos respeitavam-me, os meus colegas admiravam-me, os pais
consultavam-me. E eu era feliz. Saía de casa para trabalhar onde gostava,
para fazer o que sempre sonhara, para ensinar como tinha aprendido!

 Agora, Sr.ª Ministra, agora que sou PROFESSORA, que sou obrigada a cumprir
 35 horas de trabalho, agora que não tenho tempo nem dinheiro para educar os
 meus filhos. Agora, porque a Senhora resolveu mudar as regras a meio (Coisa
que não se faz, nem aos alunos crianças!), estou a adaptar-me, não tenho
outro remédio: Entrego os meus filhos a trabalhadores revoltados na
esperança que façam com eles o que eu tento fazer com os deles. Agora que
me intitula PROFESSORA eu não ensino a lançar ao cesto ou a rematar com
precisão à baliza, não chego, sequer a vestir-lhes os coletes.

Passo aulas inteiras a tentar que formem fila ou uma roda, a ensinar que
enquanto um 'burro' mais velho fala os outros devem, pelo menos, nessa
altura, estar calados. Passo o tempo útil de uma aula prática a mandar deitar
as pastilhas elásticas fora (o que não deixa de ser prática) e a explicar-lhes
que quando eu queria dizer para deitarem fora a pastilha não era para a
cuspirem no chão do Pavilhão. E aqueles que se recusam a deitá-la fora
porque ainda não perdeu o sabor? (Coitados, afinal acabaram de gastar o
dinheiro no bar que fica em frente à Escola para tirarem o cheiro do cigarro
que o mesmo bar lhes vendeu e nunca ninguém lhes explicou o perigo que
há ao mascar uma pastilha enquanto praticam exercício físico). E os que não
tomam banho? E os que roubam ou agridem os colegas no balneário?

Falta disciplinar?

Desculpe, não marco !

O aluno faz a asneira, e eu é que sou castigada?
Tenho que escrever a participação ao Director de Turma, tenho que reunir
depois das aulas (e quem fica com os meus filhos?). Já percebeu a burocracia
a que nos obriga? Já viu o tempo que demora a dar o castigo ao aluno? No seu
tempo não lhe fez bem o estalo na hora certa?

Desculpe mas não me parece!

Pois eu agradeço todos os que levei!

Mas isto é apenas um desabafo, gosto de falar, discutir, argumentar com quem
está no terreno e percebe, minimamente do que se fala, o que não é, com toda
a certeza, o seu caso.

Bastava-lhe uma hora com o meu 5ºC. Uma hora! E eu não precisava de ter
escrito tanto! E a minha Ministra (Não votei mas deram-ma. Como a médica de
família, que detesto, mas que, também, me saiu na rifa e à qual devo estar
agradecida porque há quem nem médico de família tenha - outro assunto)
entendia porque não conseguirei trabalhar até aos 65 anos, porque é injusto
o que ganho e o que congelou, porque pode sair a sexta e até a sétima versão
do ECD que eu nunca fui nem serei tão boa professora como era antes de mo
chamar!

Lamento profundamente a verdade!


Viana do Castelo
Ana Luísa Esperança

PQND da Escola EB 2,3 Dr. Pedro Barbosa
Estrunfina às 22:38
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Domingo, 25 de Novembro de 2007

Haja alegria e boa disposição

Terreiro do Paço, 6 da matina.

Um carro pára e 3 gajas boas, dakelas mesmo boas (de Ermesinde), saiem p comer um hamburger numa roulotte bem frekuentada (Cajós, Fanãns, KImbÉs e outros k tais).

 

Decidem voltar pó carro p comer pk os moçoilos ficam meio desvairados com o poder de sedução das 3 maravilhas k por ali apareceram (axo k, ákela hora e depois da kuantidd de alcool ingerida pelas criaturas, eles até se passavam com 1 ecoponto se ele ali parasse p comer kk coisa).

Um frio de rachar.

Mas isso n impediu o mulherio de acabar de comer o hamburger, ligar o cantante bem alto e fazer uma aulinha de step no lancil do passeio. Momento bonito, sem dúvida!!!

 

 

Bem iluminado com espectáculo de luzes e cor da responsabilidade dos faróis dos 2 carros por ali estacionados, o nosso e o de umas desgraçadas k estavam a fazer tempo até ao primeiro barco mas k se apressaram a juntar-se à boa disposição de final de noite início de dia.

 

 

Estrunfina às 15:21
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Sexta-feira, 23 de Novembro de 2007

O dia de S. Receber

Pois que uma gaja passa metade do ano à espera deste dia. Como os Xutos tão bem o apelidaram, o Dia de S.Receber.

Tenho um carinho especial pelo dia de S. Receber em Novembro. É o dia k me permite ficar com um saldo bancário k n me dá imediatamente vontade de chorar. No entanto, k bom k foi chegar a casa, abrir o correio e, antes mesmo de poder ter olhado p o meu saldo bancário dar de caras com o Filh....da P... do Cab.... do Panel...do sacana do seguro da casa para pagar.

 

Toma lá ké p n tares com essa sensação k as coisas até se vão ekilibrar agora.

 

Estrunfina às 18:59
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Quinta-feira, 22 de Novembro de 2007

Estupefacta, essa é ké essa

Eu realmente tenho ali os contadores mas, a verdade é k n lhes ligo mto. Axo engraçado kdo entro e vejo k mais alguém está a ler o k escrevo e, basicamente, resume-se a isso a utilidade dos meus contadores.

No entanto, o facto de ter sido a mha 31 000ª visita fez com k reparasse mais na coisa e acabasse até por escrever uma agradecimentozinho ao pessoal k visita o estaminé.

No entanto, esta semana tenho reparado na evolução da coisa e, foi com grande espanto que verifikei k, 5 dias depois já me clicaram no "coiso" mais de 1000 vezes. E isso fez.me pensar... (tendo em conta que hj é kinta feira e são 23.48 e eu só agora é k parei um bocadinho, é obra!! GARANTO)

 

Sei k já em tempos fiz este apelo mas, sem kerer ser nem parecer CHATA, será k me poderíam fazer o obsékio de se identificar???? Só p ter uma noção. Pleaseeeeeeeeeee...

 

Inventem um nick, uma treta kk... é mm só p matar a curiosidade aki da gata.

 

Desde já os meus agradecimentos mais profundos, akeles k ficam assim entre o esterno e o duodeno.

 

 

Estrunfina às 23:59
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Uma kestão de correcção ortográfica

Mãe "di" um PUM

Dei um Pum, D.

Tb deste?!?!?!? Uauuuuuu!!!!!!!!!!!!!!

Estrunfina às 23:56
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Quarta-feira, 21 de Novembro de 2007

"Eu venho do nada...pk arrasei o k n kiz"

Hoje tive um encontro imediato e nada programado com a miséria humana. Acabei a conversar com uma toxicodependente, ladra e prostituta de 29 anos.

Ali ficou, à minha frente, na sua miséria, reclamando com tudo e com nada. revoltada com tudo e com nada mas, essencialmente, revoltada com ela e com a vida.

De modo a atenuar toda uma situação que se podería tornar ainda mais constrangedora para  o dono de um café aki do bairro, acabei por lhe dar o dinheiro para uma dose. Logo eu!!!!

Eu que sou tão contra a droga, que nunca dou moeda aos arrumadores (a não ser que sejam de facto muito prestáveis) porque sei o destino daquele dinheiro que me custou a ganhar, eu que nem nunca dei umas passas num charro...Logo eu!!

Aparentava ser muito mais velha. O corpo estragado e o rosto bastante envelhecido pela vida desgraçada que deve levar. Chocou-me quando me disse a sua idade...ainda mais nova que eu... FUCK!!!

Pedi.lhe (sem esperança alguma, confesso) k fizesse algo por ela, pela sua vida. K largasse akela merda k lhe descarrilou a vida. K deixasse akele veneno k a obriga a roubar e a prostituir-se e a fazer uma data de coisas que me dão vómitos só de pensar.

Ela aceitou o dinheiro com entusiasmo. A falta da dose já se fazia sentir.

Como combinado, deu meia volta e foi à sua vida.

 

Agora, enkuanto beijava a testa da minha filha até k adormecesse, senti um bak no coração e pensei:

 

Talvez um dia, alguém a tenha posto na cama e lhe tenha beijado a testa até ela adormecer, sussurrando baixinho:

 

Dorme bem, filha. Dorme com as estrelas.

 

Talvez alguém, em tempos, tenha tido muitos sonhos para ela...

 

Que medo tão grande que ficou dentro de mim. Gelei.

 

Estrunfina às 21:56
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Como entreter uma criança durante uma hora???

Simples...

 

Dá-se o catálogo dos brinkedos do Toys R'Us e diz-se:

 

Toma e escolhe o que queres que o Pai Natal traga.

 

 

 

Estrunfina às 20:56
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Haja Gaja com TOMATES

Jornal 24 horas (página 17)* ou Jornal Global  (página 4)...quem viu a foto, pode apreciar um excelente exemplar feminino da raça humana e da classe docente. Com uns espectaculares olhos azuis e com um ar super sensual, apesar de indignado, esta fantástica professora fartou-se e deu um murro na mesa.

 

 

Cumpriu aquilo a que se propôs da última vez que contactou a TMN e, foi contar a história para a comunicação social. Dando corajosamente a cara em nome de um número infindável de outros professores, contou como a TMN não tem feito grande coisa NADA para resolver os problemas que os portáteis da iniciativa e-escola.

 

Tiro-lhe o meu chapéu e dou-lhe os meus parabéns!!

 

PS - A gaja é mesmo gira pah!!

 

* Página não disponível online

 

Estrunfina às 11:11
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Terça-feira, 20 de Novembro de 2007

Dia Mundial dos Direitos das Crianças

O meu contibuto

 

Estrunfina às 11:01
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Nem de propósito

Aparentemente, um aluno de um desses cursos de educação e formação, atacou um professor da turma a soco, enquanto os restantes elementos da turma fecharam a porta de modo a impedir o acesso de qualquer tipo de auxílio.

 

  

O mais incrível é que, aparentemente o aluno não será expulso.

 

Isto está lindo, está.

Estrunfina às 10:50
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Domingo, 18 de Novembro de 2007

Vale a pena a pachorra

Esta é a realidade escolar. Para os que são professores, ler esta carta é como ver um filme. Para os que não o são... talvez sirva para acordarem para a nossa realidade.
A meu ver, um bom retrato do dia-a-dia das nossas escolas.
 
Carta aberta dirigida por um professor ao Presidente da Repúplica (na altura, Jorge Sampaio)

Disse V. Exa, no discurso do passado dia 5 de Outubro, que os professores precisavam de ser dignificados e eu ouso acrescentar: “Talvez V. Excia não saiba bem quanto!”


1. Sou professor há mais de trinta e seis anos e no ano passado tive o primeiro contacto com a maior mentira e o maior engano (não lhe chamo fraude porque talvez lhe falte a “má-fé”) do ensino em Portugal que dá pelo nome de Cursos de Educação e Formação (CEF).

A mentira começa logo no facto de dois anos nestes cursos darem equivalência ao 9º ano, isto é, aldrabando a Matemática, dois é igual a três!

Um aluno pode faltar dez, vinte, trinta vezes a uma ou a várias disciplinas (mesmo estando na escola) mas, com aulas de remediação, de recuperação ou de compensação (chamem-lhe o que quiserem mas serão sempre sucedâneos de aulas e nunca aulas verdadeiras como as outras) fica sem faltas. Pode ter cinco, dez ou quinze faltas disciplinares, pode inclusive ter sido suspenso que no fim do ano fica sem faltas, fica puro e imaculado como se nascesse nesse momento.

Qual é a mensagem que o aluno retira deste procedimento? Que pode fazer tudo o que lhe apetecer que no final da ano desce sobre ele uma luz divina que o purifica ao contrário do que na vida acontece. Como se vê claramente não pode haver melhor incentivo à irresponsabilidade do que este.


2. Actualmente sinto vergonha de ser professor porque muitos alunos podem este ano encontrar-me na rua e dizerem: ”Lá vai o palerma que se fartou de me dizer para me portar bem, que me dizia que podia reprovar por faltas e, afinal, não me aconteceu nada disso. Grande estúpido!”


3. É muito fácil falar de alunos problemáticos a partir dos gabinetes mas a distância que vai deles até às salas de aula é abissal. E é-o porque quando os responsáveis aparecem numa escola levam atrás de si (ou à sua frente, tanto faz) um magote de televisões e de jornais que se atropelam uns aos outros. Deviam era aparecer nas escolas sem avisar, sem jornalistas, trazer o seu carro particular e não terem lugar para estacionar como acontece na minha escola.

Quando aparecem fazem-no com crianças escolhidas e pagas por uma empresa de casting para ficarem bonitos (as crianças e os governantes) na televisão.

Os nossos alunos não são recrutados dessa maneira, não são louros, não têm caracóis no cabelo nem vestem roupa de marca.

Os nossos alunos entram na sala de aula aos berros e aos encontrões, trazem vestidas camisolas interiores cavadas, cheiram a suor e a outras coisas e têm os dentes em mísero estado.

Os nossos alunos estão em estado bruto, estão tal e qual a Natureza os fez, cresceram como silvas que nunca viram uma tesoura de poda. Apesar de terem 15/16 anos parece que nunca conviveram com gente civilizada.

Não fazem distinção entre o recreio e o interior da sala de aula onde entram de boné na cabeça, headphones nos ouvidos continuando as conversas que traziam do recreio.

Os nossos alunos entram na sala, sentam-se na cadeira, abrem as pernas, deixam-se escorregar pela cadeira abaixo e não trazem nem esferográfica nem uma folha de papel onde possam escrever seja o que for.

Quando lhes digo para se sentarem direitos, para se desencostarem da parede, para não se virarem para trás olham-me de soslaio como que a dizer “Olha-me este!” e passados alguns segundos estão com as mesmas atitudes.

 

4. Eu não quero alunos perfeitos. Eu quero apenas alunos normais!!!

Alunos que ao serem repreendidos não contradigam o que eu disse e que ao serem novamente chamados à razão não voltem a responder querendo ter a última palavra desafiando a minha autoridade, não me respeitando nem como pessoa mais velha nem como professor. Se nunca tive de aturar faltas de educação aos meus filhos por que é que hei-de aturar faltas de educação aos filhos dos outros? O Estado paga-me para ensinar os alunos, para os educar e ajudar a crescer; não me paga para os aturar! Quem vai conseguir dar aulas a alunos destes até aos 65 anos de idade?

Actualmente só vai para professor quem não está no seu juízo perfeito mas se o estiver, em cinco anos (ou cinco meses bastarão?...) os alunos se encarregarão de lhe arruinar completamente a sanidade mental.

Eu quero alunos que não falem todos ao mesmo tempo sobre coisas que não têm nada a ver com as aulas e quando peço a um que se cale ele não me responda: “Por que é que me mandou calar a mim? Não vê os outros também a falar?”

Eu quero alunos que não façam comentários despropositados de modo a que os outros se riam e respondam ao que eles disseram ateando o rastilho da balbúrdia em que ninguém se entende.

Eu quero alunos que não me obriguem a repetir em todas as aulas “Entram, sentam-se e calam-se!”

Eu quero alunos que não usem artes de ventríloquo para assobiar, cantar, grunhir, mugir, roncar e emitir outros sons. É claro que se eu não quisesse dar mais aula bastaria perguntar quem tinha sido e não sairia mais dali pois ninguém assumiria a responsabilidade.

Eu quero alunos que não desconheçam a existência de expressões como “obrigado”, “por favor” e “desculpe” e que as usem sempre que o seu emprego se justifique.

Eu quero alunos que ao serem chamados a participar na aula não me olhem com enfado dizendo interiormente “Mas o que é que este quer agora?” e demorem uma eternidade a disponibilizar-se para a tarefa como se me estivessem a fazer um grande favor. Que fique bem claro que os alunos não me fazem favor nenhum em estarem na aula e a portarem-se bem.

Eu quero alunos que não estejam constantemente a receber e a enviar mensagens por telemóvel e a recusarem-se a entregar-mo quando lho peço para terminar esse contacto com o exterior pois esse aluno “não está na sala”, está com a cabeça em outros mundos.

Eu sou um trabalhador como outro qualquer e como tal exijo condições de trabalho! Ora, como é que eu posso construir uma frase coerente, como é que eu posso escolher as palavras certas para ser claro e convincente se vejo um aluno a balouçar-se na cadeira, outro virado para trás a rir-se, outro a mexer no telemóvel e outro com a cabeça pousada na mesa a querer dormir?

Quando as aulas são apoiadas por fichas de trabalho gostaria que os alunos, ao sair da sala, não as amarrotassem e deitassem no cesto do lixo mesmo à minha frente ou não as deixassem “esquecidas” em cima da mesa.

Nos últimos cinco minutos de uma aula disse aos alunos que se aproximassem da secretária pois iria fazer uma experiência ilustrando o que tinha sido explicado e eles puseram os bonés na cabeça, as mochilas às costas e encaminharam-se todos em grande conversa para a porta da sala à espera que tocasse. Disse-lhes: “Meus meninos, a aula ainda não acabou! Cheguem-se aqui para verem a experiência!” mas nenhum deles se moveu um milímetro!!!

Como é possível, com alunos destes, criar a empatia necessária para uma aula bem sucedida?

É por estas e por outras que eu NÃO ADMITO A NINGUÉM, RIGOROSAMENTE A NINGUÉM, que ouse pensar, insinuar ou dizer que se os meus alunos não aprendem a culpa é minha!!!


5. No ano passado tive uma turma do 10º ano dum curso profissional em que um aluno, para resolver um problema no quadro, tinha de multiplicar 0,5 por 2 e este virou-se para os colegas a perguntar quem tinha uma máquina de calcular!!! No mesmo dia e na mesma turma outro aluno também pediu uma máquina de calcular para dividir 25,6 por 1.

Estes alunos podem não saber efectuar estas operações sem máquina e talvez tenham esse direito. O que não se pode é dizer que são alunos de uma turma do 10º ano!!!

Com este tipo de qualificação dada aos alunos não me admira que, daqui a dois ou três anos, estejamos à frente de todos os países europeus e do resto do mundo. Talvez estejamos só que os alunos continuarão a ser brutos, burros, ignorantes e desqualificados mas com um diploma!!!


6. São estes os alunos que, ao regressarem à escola, tanto orgulho dão ao Governo. Só que ninguém diz que os Cursos de Educação e Formação são enormes ecopontos (não sejamos hipócritas nem tenhamos medo das palavras) onde desaguam os alunos das mais diversas proveniências e com histórias de vida escolar e familiar de arrepiar desde várias repetências e inúmeras faltas disciplinares até famílias irresponsáveis.

Para os que têm traumas, doenças, carências, limitações e dificuldades várias há médicos, psicólogos, assistentes sociais e outros técnicos, em quantidade suficiente, para os ajudar e complementar o trabalho dos professores?

Há alunos que têm o sublime descaramento de dizer que não andam na escola para estudar mas para “tirar o 9º ano”.

Outros há que, simplesmente, não sabem o que andam a fazer na escola…

E, por último, existem os que se passeiam na escola só para boicotar as aulas e para infernizar a vida aos professores. Quem é que consegue ensinar seja o que for a alunos destes? E por que é que eu tenho de os aturar numa sala de aula durante períodos de noventa e de quarenta e cinco minutos por semana durante um ano lectivo? A troco de quê? Da gratidão da sociedade e do reconhecimento e do apreço do Ministério não é, de certeza absoluta!


7. Eu desafio seja quem for do Ministério da Educação (ou de outra área da sociedade) a enfrentar ( o verbo é mesmo esse, “enfrentar”, já que de uma luta se trata…), durante uma semana apenas, uma turma destas sozinho, sem jornalistas nem guarda-costas, e cumprir um horário de professor tentando ensinar um assunto qualquer de uma unidade didáctica do programa escolar.

Eu quero saber se ao fim dessa semana esse ilustre voluntário ainda estará com vontade de continuar. E não me digam que isto é demagogia porque demagogia é falar das coisas sem as conhecer e a realidade escolar está numa sala de aula com alunos de carne, osso e odores e não num gabinete onde esses alunos são números num mapa de estatística e eu sei perfeitamente que o que o Governo quer são números para esse mapa, quer os alunos saibam estar sentados numa cadeira ou não (saber ler e explicar o que leram seria pedir demasiado pois esse conhecimento justificaria equivalência, não ao 9º ano, mas a um bacharelato…).

É preciso que o Ministério diga aos alunos que a aprendizagem exige esforço, que aprender custa, que aprender “dói”! É preciso dizer aos alunos que não basta andar na escola de telemóvel na mão para memorizar conhecimentos, aprender técnicas e adoptar posturas e comportamentos socialmente correctos.

 

Se V.Excia achar que eu sou pessimista e que estou a perder a sensibilidade por estar em contacto diário com este tipo de jovens pergunte a opinião de outros professores, indague junto das escolas, mande alguém saber. Mas tenha cuidado porque estes cursos são uma mentira…


Permita-me discordar de V. Excia mas dizer que os professores têm de ser dignificados é pouco, muito pouco mesmo…


Atenciosamente




Domingos Freire Cardoso

Professor de Ciências Físico-Químicas

Rua José António Vidal, nº 25 C

3830 - 203 ÍLHAVO

Tel. 234 185 375 / 93 847 11 04

E-mail: dfcardos@gmail.com

Recebida via mail

 Tal e kual, né???
Estrunfina às 17:21
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Para ti

...com um grande beijo.

 

 

 

Estrunfina às 10:34
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Sempre na ponta da língua

Ao pequeno almoço, comendo uma tosta em pão de 8 cereais (é incrível a variedade de pães que agora existem):

 

O que é isto????

 

É uma semente. O pão tem sementes.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

Não gosto!!! Não sou nenhum rato, os ratos é k comem sementes.

 

TOMA LÁ E EMBRULHA

 

 

Estrunfina às 10:28
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Aldeia dos Estrunfes

O Divino em MIM

 

A MINHA FILHA.  O calor do sol a keimar o corpo num dia de praia. Um mergulho de mar ao luar.  Os sorrisos.  Morangoska granizada. Akela música, no momento certo.  Andar descalça sobre a relva.  O cheiro da terra molhada.  Dream Team Forever Marés vivas num dia de Inverno.  O nascer de um novo dia.   Akele olhar.  Chamusca.  Pego Escuro. Correr na praia e espantar as gaivotas.  Um sussurro k faz bater forte o coração.  O suspiro da minha filha kdo dorme.  A saudade. Gargalhadas.  A gargalhada dela.  Licores.  Avistar Lisboa da Ponte 25 de Abril.  Gelado de Dolce de Leche.  Os ABRAÇOS k transbordam a alma.  O microfone. Quando os meus alunos "Conseguem".  Andar de mão dada. Cócegas.  "AMO-TE".  Petiscadas.  A atracção.  Ilha deserta.  Sentir a minha filha dentro de mim.  Dançar.  Pasteis de Nata.  O carinho de ex-alunos. O silêncio.  O céu estrelado de uma noite quente no Alentejo.  As minis à varanda, a ver o mar. DREAM TEAM FOREVER.  O carinho da família.  Banho de mar "em pêlo".  As bolachas da mana.  A fogueira da Praia Verde.  Ver a minha filha aprender algo novo. Porto Novo.  Rir até chorar. Serra de Sintra.  Os primeiros passinhos.  Ver raios de sol "furarem" o céu nublado.  AMIG@S.  Ouvir o bater do coração.  Olhar nos olhos.  Vimeiro.  Uma massagem.  Cheirinho a casa limpa.  Golo de Portugal. O Guadiana.  Orgasmo.  Ver o pôr-do-sol sabendo k ele nasce noutro sítio ao mesmo tempo.  Amamentar.  O céu azul.  Noite quente à beira Tejo.  Papoilas.  Cheiro a maresia.  Sardinhas assadas.  Alcançar.  O brilho do sol reflectido na água.  Gaivotas.  Fazer amor na praia.  O cheirinho k fica na roupa dela .  Acordar.  Fazer "Koys" enroscadinha a ela debaixo do edredon.  Cataplana de Lagosta.  A minha filha bébé adormecer sobre o meu peito enkto mexia na mha orelha.  Lua Cheia.  Panquecas às 3 da manhã.  O Cristo Rei.  O cheiro da pele depois de fazer amor.  A casca do pessego.  A "minha" estrela.  O toke. Pistacios.  Correr com ela na praia.  As boas conversas.  Girassóis.  Concertos dos Bon Jovi. Chorar até tirar o peso do peito.  Cantar.  Coca-cola.  Rezar.  Guincho. Todas as "Good Nights".  Margarita de morango a meio da tarde na esplanada do Siesta.  Frio na barriga. Orgulho.   Dormir numa cama feita de lavado.  Beijo com língua.  Golo do Benfica.  Uma garrafa de Grandjó geladinha.  A primavera no Alentejo.  Lareira.  Póvoa Dão.  Voar.  A carta certa num jogo de Poker.  Jantar à luz das velas.  Caracóis.  Ganhar no último minuto.  Uma viola, uns acordes e amigos. Beijos no pescoço.  O 1º "Mamã".  Ver a balança a baixar.  Um cigarro ao luar.  Cheirar protector solar no Inverno.  Bolas de sabão. Fazer mergulho.  Trovoada de Verão numa noite à beira mar.  O 1º beijo.  Banho de espuma e pétalas, música certa e luz de velas. Dormir a sesta.  Lisboa à noite vista do ar.  Ramos de rosas.  Ferreira.  O sabor da água salgada na pele.  Ouvi.la cantar a plenos pulmões quando vai à pendura na mota. O vôo da cegonha.  Os jogos em "Miami Beach".  APRENDER.

 

 

 

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