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Pois nesta altura já ninguém aguenta a escola de maneira nenhuma.
As hormonas dos adolescentes estão completamente desgovernadas.
A paciência dos profs já se esgotou há muito.
O final de ano já se avista e reina o "perdido por 100, perdido por 1000".
As notas já estão mais que decididas mas ainda faltam umas semanas.
Aiiiii k xorraaaaaaaaaaaaa!!!!
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(esta vai disparar o contador das visitas...LOL)
HORMONAS!
Nem eu tenho pachorra. Dassssssssss!!


A única coisa aspirada por aqui foi a minha carteira.
N sei pk insisto eu nestas tentativas esporádicas de acrescentar comprimidos áquilo que sei ser o caminho correto de cuidados alimentares e exercício físico.
Esta semana fui ao meu médico de família e vim carregada de exames e análises para o check up da praxe.
A tensão estava fabulosa e, à parte de umas peças extra que me estão a crescer (I'm talking about coisas como hérnias e sinais, ok mentes aporcalhadas?) nada a registar.
Sim, é verdade, a luta com a balança continua e irrita-me que a roupa me deixe de servir mas, sou tão infeliz a comer sopas e saladas a toda a hora. Mas sim, há k refrear os animos e há que lutar p me manter saudável e principalmente passar essa lição para a mha criança que, infelizmente tb herdou as caracteristicas morfológicas da mãe, para além de muitas outras excelentes características genéticas.
Estou curiosa para ver o resultado das análises, principalmente no que toca ao colesterol.
Ontem mandei a dieta pás cucuias e sentei-me à mesa com malta do coração. Eram umas 7 da tarde e saímos da mesa já a meia noite estava para lá de ultrapassada.
Jarros de sangria branca com fartura, caracois e um belo de um bitoque, com batatas fritas e ovo a cavalo.
Subitamente, a vida coloriu-se que nem um arco íris. Não me fod lixem pahh há lá melhor coisa na vida??????

Às vezes acontece.
Mil e uma preocupações, noites sem dormir, lágrimas, milhentas questões, quase todas a começarem com um "E se...", as cenas sucedem-se na minha mente como se fossem sketchs em jeito de "Agora escolha" em que o final pode mudar completamente bastando para isso mudar apenas 1 palavra num dos diálogos.
Depois chega o dia, a hora, não aquela que tinhamos planeado mas aquela que acabou por ser A hora. O momento acaba por ser puro improviso pintalgado de frases ou palavras pensadas e medidas.
O final... FELIZ e o coração volta a apaziguar-se. Agora sim, está um lindo dia!

Mas antes ainda fui levar a vacina do tétano para me armar em dura!
...mas cá em casa!
FUCK! I'm feelling a "little bit" lost.

Ontem acordámos atrasadas.
Saímos atrasadas.
Chovia a potes.
Milagrosamente arranjei um lugar relativamente perto do externato (devia ter desconfiado).Assim que saio do carro... SPLASHHHHHHHH... até ao tornozelo, dentro de um poça/lago.
Paguei o colégio da miuda e meti gasolina e, ainda antes das 10 da manhã, já tinham voado praticamente 500€.Nem assim eu virei costas ao Mundo e voltei para a cama. Nem assim...
BURRAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA

...e nada, nunca mais, voltou ao lugar onde estava.

«No momento em que uma criança nasce, a mãe também nasce. Ela nunca existiu antes. A mulher existia, mas a mãe, nunca. Uma mãe é algo absolutamente novo».
Hoje sinto-me como se os meus 2 ovários estivessem a ser arrastados por um campo de gravilha.
Mais alguma coisa, senhor??

Hoje começa um ciclo infernal de trabalho.
O pior de tudo é que, 2ª feira será, na mesma, 2ª feira e só lá para 4ªfeira se vislumbra algo parecido com descanso (mas só parecido).
E domingo é dia da mãe e terei que estar linda e airosa para almoçar com a minha rainha que já hoje me deu a prendinha que trouxe da escola (babaaaaaaaaaaaaaaaaaa).
Come on... Let's Bora!

:o) BE HAPPY
Ontem foi dia de voltar a matar saudades do meu Dream Team dos tempos do glorioso.
Mais umas caras novas, mais uns rebentos, sempre grandes sorrisos e abraços, sempre a cumplicidade, sempre as mesmas histórias recordadas vezes sem conta, sempre tão bom. Os putos enfiados num insuflável aos pulos, permitindo às mães disfrutar de um rico almoço num restaurante no Estádio da Luz, construído praticamente em cima do local onde outrora vivemos as nossas "glórias".
À chegada daquele a que muitas consideramos um 2º pai, uma surpresa. Cópias em DVD de um dos jogos mais gloriosos que fizémos que, se não estou em erro, nos deu o título de campeãs regionais e o apuramento para a fase final do campeonato nacional (coisa inédita no clube) e onde ganhámos o 4º set por 15-0 contra as nossas grandes e eternas rivais, a equipa do Liceu Filipa de Lencastre.
Depois de uma tarde inteira de roda da mesa e de nos perguntarem se ficariamos para jantar, partimos com planos para um próximo reencontro e até para uma inscrição na edição do Belém Volei deste ano, na categoria de veteranas (o único escalão onde ainda não jogámos oficialmente juntas).
Chegadas a casa, vá de postar as fotos no FB para fazer pirraça às que não foram e vá de meter o DVD no leitor. às primeiras imagens, inevitavelmente (putas das hormonas pahh) as lágrimas começaram a rolar cara abaixo. 20 anos passaram desde aquele jogo...20 anos!!!
Pareciamos todas iguais, na mesma (obrigado filmagens a longa distância em VHS) mas passaram 20 anos.
Depois o inevitavel pensamento: O meu rabo cabia dentro de uns micro calções cueca, BRANCOS (!!!!ainda por cima!!!!). Eu estava magra. Estranhamente n era isso que me fazia chorar.
Fez-me chorar a saudade. A saudade de estar com elas todos os dias. A saudade da competição aguerrida. A saudade de lidar com o medo, com o erro, com o sucesso. A saudade de não ter tempo p paneleirices e esquecer o que se acabou de falhar para poder ter sucesso no segundo a seguir. A saudade daquele espírito de equipa, daquela união, daquelas irmãs que eu tinha. Saudade do tempo em que nada mais importava naquele instante, só o Ali e o Agora. Saudade de umas bancadas cheias a gritar por nós, no tempo em que ainda não havia o "SLB, SLB Glorioso, Slb" e em que se gritavam coisas como "Benfica é bom e há-de ser" e "Só, só, só mais um" quando nos faltava apenas 1 ponto para ganhar o set ou o jogo. Saudades do tempo em que festejávamos cada ponto gritando "Eh NÓS!!" porque era o Nosso Momento, o Nosso Esforço, o Nosso Sucesso.
Dei por mim numa pilha de nervos a ver o jogo, mesmo sabendo que ganhávamos no final. Dei comigo irritadíssima comigo própria e a gritar p o treinador me substituir. Ver o jogo de uma perspetiva de treinadora é muito diferente de quando o via como atleta.
Depois de ver o jogo, liguei ao meu querido X e disse-lhe, "Devias ter mesmo falta de atletas pahh, eu era uma lástima a atacar!" ao que ele respondeu: "Às vezes não é o que remata com mais força que é o melhor jogador e, no teu caso, o fator humano era o mais importante." Fiquei a refletir no que me disse. Impossível não concordar com ele e isso fez-me sentir muito, muito orgulhosa. Podia ter uns míseros 1,62m (provavelmente ainda menos, na altura) mas caraças me lixem se não deixava a pele em campo se fosse preciso.
Para quem nunca praticou um desporto, paar quem nunca pertenceu a uma equipa, este post parecerá completamente exagerado, irreal até. Para outros, ficará apenas um sorriso de reconhecimento na cara, estou certa.
Tive uma vontade enorme de falar com aquela miuda de 16 anos e dizer-lhe um montão de coisas. Essencialmente, tive vontade de lhe dizer que o caminho pode ser acidentado mas, nos próximos 20 anos, vai ser FELIZ!!
ONTEM FOI UM DIA BOM!
SUCKS!!!

Ass: Also a Daughter
PS - Putas das hormonas!
Existem algumas questões que me começam a assombrar a mente materna.
Esta coisa do crescimento dos filhos é tal e qual como aquela frase que diz que quando nós achamos que já sabemos as respostas todas, a vida chega e muda todas as perguntas.
Agora os receios começam a ser quando e como devo abrir mão dela.
Este episódio aconteceu na 2ª feira a seguir da Páscoa. Quando nos preparávamos para sair para a levar à escola, ela dispára um "Posso ir sózinha para a escola??" Eu, na minha santa inocência e porque NUNCA nada sequer parecido aconteceu e ela costuma ficar meio cagarolas quando chega a hora H, respondi: "Sim, claro!" Claro que o que se seguiu foi uma série de "Estás a falar a sério?!?!?!?!" ao que fui sempre repondendo afirmativamente, achando que quando ela se apanhasse na rua, iria mudar de ideias.
Já se está mesmo a ver o que aconteceu. Chegadas ao patamar do prédio deu-me 2 beijos e 1 abraço, virou costas e zarpou. Claro está que fiquei para morrer mas completamente desarmada pela quantidade de "sins, a sério!!" que tinha dito.
Assim, e num espaço de micro-segundos assumi a identidade de Ninja Smurf e segui-a sem que me visse. Oh cruzes que figurinha a minha.
E foi vê-la de peito inchado e ar altivo a caminhar pela rua como se estivesse a conquistar uma nação (e estava). Alturas houve em que até saltitou que nem Capuchinho Vermelho. Pelo caminho cruzou-se com um vizinho nosso aqui do prédio, velhote. Trocaram cumprimentos e seguiu, deixando o pobre homem incrédulo, a pensar que eu não devia estar boa da cabeça e que devia chamar a Proteção de Menores. Isso até ao momento em que passo por ele, no meu modo ninja e o tranquilizo.
Mais à frente, vi-a entrar no cabeleireiro de uma amiga minha. Deu os bons dias, disse que ía para a escola e que eu a tinha deixado ir sózinha. e fê-lo com o ar mais natural do Mundo, como quem diz... what?? já sou crescida, tá??
Conhecendo a minha amiga eu só pensava, de trás do meu esconderijo: Pronto!! Vai chamar a polícia e a seguir vai dar-me um enxerto de porrada.
Assim que ela se foi embora, saí deslizante e furtiva do meu esconderijo e tranquilizei a minha amiga enquanto passava por ela a correr, pk ela já estava de telemóvel na mão, no meio da estrada, para controlar a minha filha.
Chegadas à enorme rotunda das Portas de Benfica o meu pobre coração de mãe não aguentava mais até porque essa coisa de atravessar estradas sózinha ainda não foi treinada tão exaustivamente como pretendo e, após um sprint apanhei-a.
A desilusão foi total e senti-me culpada. Os olhos vivaços esmoreceram completamente quando percebeu que afinal eu tinha estado ali o tempo todo. Reafirmei vezes sem conta o meu orgulho e o bom trabalho que tinha feito mas, a desilusão era mais que muita. Combinámos então que o resto do caminho ela faria uns metros mais à frente, como se continuasse sózinha e não houvesse nenhuma relação entre nós. E assim foi.
O meu orgulho foi gigante, é um facto, e a minha confiança nela cresceu consideravelmente mas, o meu medo é muito mais dos outros do que dela. No entanto, isto fez-me começar a pensar: Quando será a altura certa?
O simples ir ali à compras e deixá-la sózinha em casa é uma questão complicadíssima para mim, quanto mais ir sózinha pela rua.
Não quero nada ser aquelas mães super-protetoras mas também não quero ser inconsciente.
Cadê a posologia da coisa???
ONDE?? ONDE??? Pergunto eu.

A MINHA FILHA. O calor do sol a keimar o corpo num dia de praia. Um mergulho de mar ao luar. Os sorrisos. Morangoska granizada. Akela música, no momento certo. Andar descalça sobre a relva. O cheiro da terra molhada. Marés vivas num dia de Inverno. O nascer de um novo dia. Akele olhar. Pego Escuro. Correr na praia e espantar as gaivotas. Um sussurro k faz bater forte o coração. O suspiro da minha filha kdo dorme. A saudade. Gargalhadas. A gargalhada dela. Licores. Avistar Lisboa da Ponte 25 de Abril. Gelado de Dolce de Leche. Os ABRAÇOS k transbordam a alma. O microfone. Quando os meus alunos "Conseguem". Andar de mão dada. Cócegas. "AMO-TE". Petiscadas. A atracção. Ilha deserta. Sentir a minha filha dentro de mim. Dançar. Pasteis de Nata. O carinho de ex-alunos. O silêncio. O céu estrelado de uma noite quente no Alentejo. As minis à varanda, a ver o mar. Dream Team. O carinho da família. Banho de mar "em pêlo". As bolachas da mana. A fogueira da Praia Verde. Ver a minha filha aprender algo novo. TU. Rir até chorar. Serra de Sintra. Os primeiros passinhos. Ver raios de sol "furarem" o céu nublado. AMIG@S. Ouvir o bater do coração. Olhar nos olhos. Uma massagem. Cheirinho a casa limpa. Golo de Portugal. O Guadiana. Orgasmo. Ver o pôr-do-sol sabendo k ele nasce noutro sítio ao mesmo tempo. Amamentar. O céu azul. Noite quente à beira Tejo. Papoilas. Cheiro a maresia. Sardinhas assadas. Alcançar. O brilho do sol reflectido na água. Gaivotas. Fazer amor na praia. O cheirinho k fica na roupa dela . Acordar. Fazer "Koys" enroscadinha a ela debaixo do edredon. Cataplana de Lagosta. A minha filha bébé adormecer sobre o meu peito enkto mexia na mha orelha. Lua Cheia. Panquecas às 3 da manhã. O Cristo Rei. O cheiro da pele depois de fazer amor. A casca do pessego. A "minha" estrela. O toke. Pistacios. Correr com ela na praia. As boas conversas. Girassóis. Concertos dos Bon Jovi. Chorar até tirar o peso do peito. Cantar. Coca-cola. Rezar. Guincho. Todas as "Good Nights". Margarita de morango a meio da tarde na esplanada do Siesta. Frio na barriga. Orgulho. Dormir numa cama feita de lavado. Beijo com língua. Golo do Benfica. Uma garrafa de Grandjó geladinha. A primavera no Alentejo. Lareira. Póvoa Dão. Voar. A carta certa num jogo de Poker. Jantar à luz das velas. Caracóis. Ganhar no último minuto. Uma viola, uns acordes e amigos. Beijos no pescoço. O 1º "Mamã". Ver a balança a baixar. Um cigarro ao luar. Cheirar protector solar no Inverno. Bolas de sabão. Fazer mergulho. Trovoada de Verão numa noite à beira mar. O 1º beijo. Banho de espuma e pétalas, música certa e luz de velas. Dormir a sesta. Lisboa à noite vista do ar. Ramos de rosas. O sabor da água salgada na pele. O vôo da cegonha. APRENDER.



